Antes da estreia na Copa do Nordeste, contra o Jacuipense, o presidente do Sport, Matheus Souto Maior, comentou pela primeira vez o cenário envolvendo a escolha do novo treinador após a saída de Roger Silva.

Em entrevista à TV Jornal, o dirigente reforçou que o clube não trabalha com um prazo para definir o substituto. A fala segue a linha de prudência adotada pela diretoria desde o início da temporada, principalmente por conta das limitações financeiras.
Segundo o presidente, o momento exige responsabilidade e decisões bem calculadas, sem precipitação. Nos bastidores, o clube já previa a possibilidade de mudança no comando técnico, o que explica a presença de Márcio Goiano como opção imediata.
O auxiliar assumiu interinamente e conta com a confiança da diretoria para conduzir a equipe neste período de transição. Enquanto isso, o nome de Eduardo Baptista continua em evidência como principal alvo. Ainda assim, o Sport evita qualquer confirmação pública sobre negociações.

O vice-presidente financeiro Lucas Ventura adotou o mesmo discurso cauteloso e não entrou em detalhes ao ser questionado. Apesar da discrição, há reconhecimento interno sobre a qualidade de Eduardo Baptista.
O principal obstáculo para um avanço imediato é a multa rescisória junto ao Criciúma, estipulada entre R$ 400 mil e R$ 500 mil. Paralelamente, o Sport segue ativo no mercado, analisando outros nomes e mapeando possibilidades dentro da realidade financeira do clube.
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