A escolha do Sport por efetivar Márcio Goiano no comando técnico vai além de uma simples mudança no banco de reservas. A decisão escancara uma estratégia clara: reduzir custos sem abrir mão de competitividade. A informação foi divulgada pelo jornalista Pedro Maranhão, do NE45.
Promovido após um período como auxiliar, o treinador viu sua realidade mudar rapidamente. O salário, que era de R$ 18 mil mensais, saltou para R$ 100 mil, um aumento expressivo, mas que ainda se encaixa em um cenário de economia geral para o clube.

Isso porque a nova comissão técnica rubro-negra custa cerca de metade dos R$ 210 mil que eram desembolsados anteriormente com a equipe liderada por Roger Silva. A reformulação trouxe um alívio financeiro relevante, mesmo com a valorização do novo comandante.
Entre as mudanças, está a chegada do auxiliar Edson Miolo, contratado com vencimentos de R$ 20 mil. A nova estrutura é mais enxuta e alinhada com o momento do clube. Outro detalhe importante está no contrato de Márcio Goiano.
O vínculo, válido até 30 de novembro, não prevê multa rescisória. Na prática, caso haja uma saída antecipada, o Sport precisará apenas cumprir o que determina a CLT, pagando os salários proporcionais até o fim do acordo. A medida reduz riscos e dá maior margem de manobra à diretoria.

Dentro das quatro linhas, a aposta tem respaldo. Antes da efetivação, Márcio Goiano apresentou um desempenho acima de 80% de aproveitamento, com cinco vitórias e dois empates em compromissos pela Série B e pela Copa do Nordeste, números que pesaram na decisão da diretoria.
Agora oficialmente como técnico, ele inicia sua nova fase neste sábado (18), quando o Leão encara o América Futebol Clube (MG), no Estádio Independência, pela Série B. O duelo simboliza o começo de um projeto que tenta unir პასუხისმგ responsabilidade financeira e bom desempenho esportivo.
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