O Sport de Roger Silva criou gosto pelo drama na Copa do Brasil. A classificação veio de novo nas penalidades, mas na memória do torcedor o que chamou a atuação foi o futebol pobre do time leonino diante do Anápolis.

Era vencer para garantir a cota milionária, mas preservar o clima de confiança após o título estadual. Roger Silva repetiu a escalação, mas cada jogo conta uma lição diferente. Nervoso e errando muito, o Leão fez um primeiro tempo péssimo.
O Galo da Comarca abriu o placar aos 13, e só na reta final Ajul conseguiu o empate. O gol poderia reorganizar o time para a segunda etapa, mas o Sport seguiu acumulando erros. As chances apareceram, mas faltou eficiência aos atacantes.
Mesmo com uma pressão mais voluntariosa do que organizada, o gol da vitória não saiu, mérito também do Anápolis, que competiu bem e soube usar a catimba quando precisou.
Nas penalidades, deu Leão, na eficiência de seus cobradores e na defesa de Thiago Couto. A classificação veio, mas o alerta segue ligado no time, que precisa encontrar o bom futebol.

Texto publicado no Esportes DP
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