Gustavo Florentín, técnico do Sport
Gustavo Florentín, técnico do Sport

Gustavo Florentín diz que faltou sorte ao Sport contra o Afogados

Depois de empatar com o Caruaru City, na quinta-feira, o Sport voltou a atuar na Ilha do Retiro neste domingo, desta vez, para encarar o Afogados. Em encontro antecipado da 8ª rodada do Campeonato Pernambucano, o rubro-negro pernambucano ficou no empate por 1×1, e perdeu a oportunidade de chegar à vice-liderança do estadual, estacionando na terceira colocação, agora com oito pontos. Na terça-feira, o time de Florentín volta a entrar em campo para visitar o Ceará, em Fortaleza, pela Copa do Nordeste.

No entanto, a campanha que credencia o terceiro lugar na competição estadual, com 8 pontos somados, é considerada ‘boa’ pelo técnico Gustavo Florentín, que mira evolução.

“Gostaria que fosse muito boa ou excelente, mas agora estamos em um momento bom. Quero que passe a ser muito bom e de excelência. Porem, leva tempo. Por isso digo que cada vez a equipe está jogando melhor, mais solta. Também se nota que falta ritmo, o que só se consegue jogando. Temos que seguir insistindo”, disse.

A avaliação positiva do comandante, contudo, destoa da percepção do torcedor. E Florentín se mostra consciente. O técnico paraguaio vislumbra melhora, mas enxerga evolução. Diante do Afogados, por exemplo, o rendimento da equipe agradou.

“Vai ser assim. Quando não se consegue os resultados, logicamente a torcida estará chateada. É normal. Está no seu direito. A equipe joga bem, cria situações, mas falta algo. Acho que teremos que melhorar, com relação às oportunidades. Podemos ser mais determinantes. Estou levando desta maneira. Dando confiança aos jogadores, cobrando quando precisa cobrar, se falta algo. Mas hoje a equipe tentou. Faltou um pouco de sorte para chegar ao gol”, finalizou.

Coletiva de Gustavo Florentín (Sport x Afogados)

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Detalhes da partida:

De olho na Copa do Nordeste, o Sport entrou em campo recheado de mudanças. O técnico Gustavo Florentín promoveu as estreias do goleiro Carlos Eduardo e do zagueiro Sabino na temporada. Porém, mesmo com tantas modificações, o leão tomou conta da etapa inicial. Enquanto o Afogados não finalizou uma vez sequer, o rubro-negro incomodava o sistema defensivo rival com frequência. Principalmente em jogadas de Alanzinho e tentativas de Denner. William Oliveira, em belo chute de fora da área, também assustou a meta de John John.

No segundo tempo, Florentín lançou Sander e Parraguez nas vagas de Hernández e Ítalo, enquanto o Afogados voltou com Dacás no lugar de Victor Juffo. E foi do jogador da Coruja a primeira boa chegada. De fora da área, o recém-promovido ao jogo acertou bom chute de fora da área e colocou Carlos Eduardo para trabalhar, aos três minutos. No lance seguinte, os visitantes foram premiados. Após bola viva na área, Jânio dominou girando o corpo e acertou bela finalização no alto, sem chances para o arqueiro leonino.

Logo depois do tento, Everton Felipe foi acionado na vaga de Alanzinho, e o Leão voltou a dominar as ações em busca do empate. De tanto marcar presença no ataque, o Rubro-negro contou com a ajuda da Coruja para empatar. Aos 28, Rodrigão chutou e a bola foi na mão de Félix. O árbitro assinalou pênalti. Na cobrança Everton Felipe bateu firme para deixar tudo igual.