O ambiente político do Sport voltou a ferver. Depois que o ex-presidente Luciano Bivar e um grupo de conselheiros ingressaram na Justiça para tentar suspender o contrato com a Futebol Forte União (FFU), a Liga se manifestou oficialmente e rebateu as acusações.

Em posicionamento enviado à imprensa, a FFU afirmou que ainda não foi formalmente notificada sobre a ação judicial. Mesmo assim, fez questão de reforçar que o contrato firmado com o Sport foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do clube e seguiu os trâmites previstos nos estatutos.
A entidade também esclareceu que atua como “parte interveniente” no acordo celebrado entre os clubes, a Sports Media e o Grupo União. Segundo a nota, todos os procedimentos respeitaram a legislação vigente e as normas internas de cada instituição.
Outro ponto destacado pela FFU envolve a recuperação judicial do Sport. De acordo com a Liga, o contrato passou previamente pelo crivo da Justiça antes de ser validado internamente, justamente por conta da situação financeira do clube. O parecer foi favorável, permitindo a assinatura do vínculo.

O que está sendo questionado?
A ação movida por Bivar e pelos conselheiros Pedro Leonardo Lacerda, Pedro Pessoa de Lacerda e Carlos Frederico Domingos pede a anulação do contrato em caráter de urgência. O grupo sustenta que o acordo compromete um dos principais ativos do clube: os direitos de arena do Campeonato Brasileiro.
Pelo modelo firmado, os clubes participantes teriam cedido 20% desses direitos por um período de 50 anos. Para os autores da ação, essa decisão impacta diretamente o patrimônio social do Sport e, portanto, exigiria aprovação em Assembleia Geral, além de procedimentos específicos previstos no estatuto.
A disputa jurídica abre mais um capítulo na já intensa discussão sobre o futuro econômico do clube e pode trazer reflexos significativos para o planejamento financeiro a longo prazo.
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